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Palestra realizada pelo Senge-MG, em Uberlândia, discute a qualidade do ensino da Engenharia

Postado em: 30/09/2015

O Brasil possui atualmente 1.241.854 engenheiros registrados, de acordo com informações atualizadas pelo Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura (Confea). O número está abaixo das necessidades de um país com mais de 200 milhões de habitantes e com grandes demandas na área de infraestrutura.

E foram as expectativas de crescimento dos últimos anos que levaram à abertura de um grande número de cursos de Engenharia no Brasil. Em 2000, haviam 750 abertos, em 2015 esse número saltou para cerca de 3 mil. Mas a expansão também preocupa.

No último Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), de 2014, mil estudantes de Engenharia foram testados - cada curso é avaliado só depois que tem uma turma formada. Apenas 6,1% dos estudantes atingiram a nota cinco - a máxima. Cerca de 20% alcançaram nota quatro e os demais ficaram entre as notas um, dois e três.

“Quase 80% tiveram notas que mostram situação preocupante”, aponta o estudante de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Winter Carlos Silva Onofre, membro do Senge Jovem - Regional Triângulo Mineiro. Os dados sobre o ensino de Engenharia no Brasil foram analisados pelo professor Aécio Freitas Lira, no dia 24/9, em Uberlândia, durante a palestra “Ensino de Engenharia no Brasil - um cenário de riscos e oportunidades”, organizada pelo Senge-MG, com apoio de professores da UFU.


O professor Aécio Freitas Lira falou sobre a qualidade dos cursos de Engenharia em palestra realizada em Uberlândia, no dia 24/9.

Aécio Lira, que é graduado em Engenharia Civil pela UFMG e Ph.D pelo Massachussets Institute of Technology (MIT), com grande experiência acadêmica, profissional e administrativa acha que os cursos de Engenharia precisam passar por um filtro de qualidade. “Assim como acontece com os advogados e os médicos no Brasil, ele sugere que a formação dos engenheiros deve ser medida com um selo de qualidade. Também orienta que os cursos sejam avaliados quanto à empregabilidade dos profissionais formados por eles”, conta Winter.


Palestra reuniu mais de 200 estudantes na Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

Para Max Rocha Pereira, também membro do Senge Jovem e que ajudou na organização do evento, o momento de reflexão sobre os rumos do ensino são importantes. “Vivemos um processo atual de repensar um tipo de ensino mais tecnicista que deve ceder mais espaço para outro que contemple as demandas do país e que permita maior inserção do engenheiro na sociedade”, avalia.


Senge Jovem Polo Uberlândia (Triângulo) e o professor Renan Billa organizaram a palestra.

Enviado por: Luiza Nunes

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