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Engenheiros discutem proposta de PDV da empresa e elencam dúvidas a serem esclarecidas

Postado em: 07/07/2016

Em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada pelo Senge-MG no dia 5/7, os engenheiros que trabalham na CBTU iniciaram discussão sobre a proposta de PDV da empresa. De acordo com os profissionais, existem muitos pontos que necessitam ser esclarecidos sobre essa proposta. Com o auxílio do advogado do Senge, Josué Amorim Melão, os engenheiros elencaram as principais dúvidas com relação à proposta de PDV, ainda não oficial, mas que foi repassada aos engenheiros.

O primeiro ponto questionado foi o termo remuneração utilizado nos parâmetros de indenização. Os engenheiros solicitaram que o Senge-MG questione a CBTU sobre o que ela entende quando fala em remuneração, quais rubricas estarão inseridas nesse cálculo. Os engenheiros também mostraram preocupação com o déficit de profissionais que pode se tornar ainda maior depois do PDV. De acordo com os profissionais, a CBTU já enfrenta grave problema de déficit de mão de obra, que pode ser agravado com o PDV. Os engenheiros querem saber se a empresa pretende realizar concurso para suprir as vagas de quem aderir ao Plano e, em caso positivo, que se altere o PDV no sentido de assumir o compromisso de realizar concursos para a contratação de engenheiros. Esclareceram, ainda, que o concurso citado no PDV, com aprovados pendentes de convocação, não contempla engenheiros.

Além disso, os engenheiros querem esclarecimentos quanto ao pagamento da multa de 40% do FGTS, situação que precisa ficar esclarecida no PDV. O Sindicato defende que a adesão ao PDV não elide o pagamento desta multa. Quanto à paridade, situação crucial para que os engenheiros adiram ao PDV, é necessária a resolução das diversas pendências já debatidas nas rodadas de negociação. É necessária a definição junto aos Ministérios das Cidades e do Planejamento quanto à utilização da tabela da CBTU na Paridade, caso contrário quem aderisse ao PDV estaria tendo uma redução de 70% em seus rendimentos. Nessas condições, o PDV restaria frustrado quanto à adesão da categoria, que seria mínima.

Outro ponto que inviabilizaria a adesão de grande parte dos engenheiros é o percentual mínimo de indenização (0,75 da remuneração por ano trabalhado). A categoria defendo outro percentual (3,5 da remuneração por ano trabalhado), bem como a retirada do teto máximo para indenização, justificando que tal procedimento seria injusto com aqueles profissionais com maior tempo de casa e que tanto contribuíram para a empresa.

Os engenheiros aproveitaram a AGE para tirar as dúvidas também sobre as ações de recuperação de perdas do FGTS (Taxa Referencial).  

Representaram o Senge-MG o diretor Ricardo Soares, o advogado Josué Amorim, a gerente de Negociações Coletivas, Valéria Arruda e a assistente administrativa, Queila Correa.

Enviado por: Luiza Nunes

 


Engenheiros elencaram questionamentos a serem feitos à CBTU sobre a proposta de PDV, em AGE realizada no dia 5/7/2016

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