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Não há risco de escassez de engenheiros no Brasil, segundo o Cebrap

Postado em: 09/07/2014

Não há risco de apagão de mão de obra de Engenharia no Brasil. O que existe são pressões de curto prazo no mercado de trabalho que se dissipam rapidamente com a oferta de grande número de profissionais recém-formados. Esta é uma das principais conclusões do Dossiê Desenvolvimento e Inovação - Escassez de Engenheiros no Brasil?, publicado na revista Novos Estudos, em março de 2014, pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). “Em termos quantitativos, essas pressões tendem a ser resolvidas com a ampliação da oferta dos novos engenheiros, uma vez que os cursos de engenharia voltaram a atrair os alunos.”, explica o estudo.

No entanto, quatro aspectos podem ser utilizados para explicar a percepção de escassez de engenheiros por alguns setores econômicos. O primeiro deles é a qualidade dos profissionais recém-formados. Segundo o dossiê, a quantidade de profissionais recém-formados não foi acompanhada pela qualidade destas formações. Outro aspecto é o hiato geracional. Como nas décadas de 1980 e 1990 não houve crescimento econômico e demanda por engenheiros, a área ficou sem procura, o que dificulta, hoje, a contratação de profissionais experientes para liderar projetos e obras. Em decorrência disso, existem aos déficits em competências específicas dentro da Engenharia e, também, déficits de profissionais em algumas regiões, o que caracteriza, respectivamente, o terceiro e o quarto aspectos.

O dossiê da Cebrap, porém, não descarta a necessidade de investimentos na melhoria e ampliação do ensino de Engenharia no país. “(...) a Engenharia está intimamente ligada ao desenvolvimento econômico e a inovação e o Brasil apresenta baixo índice de engenheiros por habitante ou por formados no ensino superior. Ademais, a formação em Engenharia capacita a pessoa a inúmeras atividades, dentro ou fora daquelas chamadas típicas. Ao contrário do que alguns dizem, não consideramos problema haver engenheiros trabalhando em bancos, em empresas de serviço, de consultoria, na produção de pesquisas e textos sobre engenheiros etc.: o problema maior é não ter engenheiros e ter uma economia que pouco necessite deles”, finalizou o estudo.

Leia, aqui, o Dossiê na íntegra

Enviado por: Luiza Nunes

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