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Furnas

Senge-MG participa de ato contra a privatização da CELG e abertura de capital de Furnas

Postado em: 29/01/2016

Os trabalhadores de Furnas Centrais Elétricas, lotados no município de São José da Barra (MG), onde está localizada a Usina de Furnas, participaram no dia 27/01, de movimento contra a privatização da Distribuidora de Energia do Estado de Goiás (CELG) e contra a abertura de capital de Furnas. O ato foi realizado simultaneamente a protestos organizados em Brasília e no Rio de Janeiro. As empresas são subsidiárias da holding Eletrobrás.

O Sindicato de Engenheiros no Estado de Minas Gerais (Senge-MG) este presente no ato apoiando os trabalhadores e estará atento a todas as ações que venham a ser realizadas no sentido de privatizar a CELG e abrir o capital de Furnas. O Sindicato deseja que a empresa abra espaço para que os engenheiros de Furnas possam opinar e contribuir, através do Senge-MG, sobre as melhores decisões a serem tomadas pela empresa.

A proposta de abrir o capital de Furnas foi uma iniciativa do próprio presidente da empresa, Flávio Decat, em reunião com o Ministro das Minas e Energia, Carlos Eduardo de Souza Braga, e presidentes de outras empresas subsidiárias da holding, inclusive com a participação do presidente da holding, José da Costa Carvalho Neto.

Ao apresentar sua ideia para os Sindicalistas no dia 12 deste mês, Decat argumentou que o objetivo principal desta abertura de capital seria ganhar uma nova governança, mais blindada, que perpetue a boa gestão que se tem hoje na casa, uma vez que com as ações no mercado, Furnas passaria a ser fiscalizada externamente pela Comissão de Valores Imobiliários - CVM.

O delegado sindical do Sindicato dos Engenheiros no Estado de Minas Gerais (Senge-MG), Fernando Queiroz, defende que não há necessidade de abertura de capital para a melhoria de gestão na empresa e que esta abertura de capital, por si só, não garantiria a tão sonhada blindagem de Furnas contra a sanha de políticos inescrupulosos. “Se fosse assim, não teríamos o maior escândalo de corrupção no país, em uma empresa de capital aberto, a Petrobras, nem teríamos um dos maiores desastres ambientais ocorridos no país, como o ocorrido nas barragens em Mariana(MG), sob a responsabilidade da Samarco, que tem como uma de suas controladoras a Vale, também de capital aberto. Estamos abertos ao diálogo, mas não aceitaremos nenhuma ação que possa refletir em prejuízos aos nossos trabalhadores e ao país”, afirma Fernando.

Enviado por: Luiza Nunes









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