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Diretoria da Mulher é efetivada no estatuto da Fisenge

Postado em: 09/09/2011

Fonte: Fisenge – 09/09/2011

Na manhã desta quinta-feira, dia 8, aconteceu a aprovação do estatuto da Fisenge. Entre as alterações, a formalização da Diretoria da Mulher. Isso porque em 2005, no 7° Consenge realizado em Salvador, Bahia, houve o indicativo para a criação da Diretoria da Mulher. Já em 2008, durante o 8º Consenge, em Florianópolis, Santa Catarina, ainda sem a Diretoria, as mulheres profissionais organizadas avançaram em suas reivindicações com a criação, por deliberação da Assembleia Geral, do Coletivo de Mulheres, composto de profissionais representantes dos sindicatos filiados à Fisenge.

Mesmo que informalmente, a Diretoria da Mulher garantiu a participação da diretora suplente eleita, com direito à voz em todas as reuniões da Diretoria Executiva. “A formalização da Diretoria da Mulher é fruto de muita luta e avanços. O Coletivo de Mulheres pautou ações estratégicas pela defesa dos direitos das mulheres, realizou ações, seminários e inúmeras discussões, que permitiram o acúmulo de debate”, disse a coordenadora do Coletivo de Mulheres da Fisenge, Márcia Nori. Integrante do Coletivo, Sandra Cristina Lins dos Santos acredita que ainda são muitos os desafios: “Ainda precisamos avançar nas negociações coletivas pautando questões específicas e ampliando a participação feminina nos espaços políticos”.

Reforma política

Após a aprovação da Diretoria da Mulher, aconteceu a palestra sobre Mulheres, Sindicalismo e Reforma Política com a engenheira civil e deputada estadual (BA), Maria Del Carmen Fidalgo; e a ex-senadora Fátima Cleide. “Apenas conseguiremos construir um mundo justo e solidário quando homens e mulheres tiverem os mesmos direitos”, iniciou a deputada Maria Del Carmen, que lembrou que a sociedade brasileira rompeu dois paradigmas: a eleição de um trabalhador sem universidade, Luiz Inácio Lula da Silva; e da primeira mulher presidenta, Dilma Roussef.

Ser mulher na Engenharia não é tarefa fácil, haja vista a predominância masculina e os conceitos embutidos. Seja a mulher no canto, no canteiro de obras, nas empresas, no escritório ou até mesmo no próprio lar, ainda há arraigado o machismo. “É preciso dividir as tarefas domésticas e facilitar a participação da mulher nos espaços políticos”, disse Fátima Cleide, que ainda destacou elementos importantes para uma verdadeira reforma política. “A defesa por uma reforma política é passo fundamental para avançar e, por isso, devemos defender o financiamento público de campanha, a lista partidária com alternância entre homens e mulheres. Hoje quem faz esta lista são as empresas. É essencial romper com essa lógica”, concluiu.

Acompanhe o 9º Consenge pela internet

A programação do 9° Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge) está sendo transmitida on-line pelo site: www.gentv.tv.br

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