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Bittencourt fala sobre desafios da engenharia nacional

Postado em: 08/09/2011

Fonte: Fisenge – 08/09/2011

Uma plateia de mais de 300 pessoas, entre delegados, estudantes, convidados, lideranças políticas e autoridades marcou a primeira noite do 9° Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge), em Porto Velho, Rondônia. Na mesa, estiveram o presidente do Sindicato dos Engenheiros de Rondônia (Senge-RO), Jorge Luiz da Silva; o presidente em exercício do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Rondônia (Crea-RO), Joaquim de Sousa; o presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), Marcos Túlio de Melo; o presidente da Central Única dos Trabalhadores de Rondônia (CUT-RO), Cleiton dos Santos Silva; a desembargadora e presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RO), Zelite Andrade Carneiro; o secretário-adjunto da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Francisco de Sales Oliveira dos Santos; a ex-senadora (RO), Fátima Cleide; e o presidente da Fisenge, Carlos Roberto Bittencourt.

O presidente do Senge anfitrião, Jorge Luiz, pontuou as lutas históricas da entidade em Rondônia e também destacou questões que ainda precisam avançar. “Precisamos cobrar a implementação e efetivação de instrumentos importantes como o Estatuto das Cidades e o Estudo de Impacto Ambiental (EIA)”, afirmou. Em relação à construção das hidrelétricas no Estado, a ex-senadora Fátima Cleide apontou: “Existem impactos ambientais e sociais, positivos e negativos ao mesmo tempo, e a engenharia pode dar a contribuição necessária para melhorar a qualidade de vida da população”.

Já o presidente do Confea, Marcos Túlio foi enfático: “Estamos construindo um outro projeto de nação, em contrapartida ao projeto neoliberal e a engenharia brasileira é fundamental para debater e refletir sobre as grandes questões nacionais. Além disso, precisamos evocar a defesa contundente do mercado de trabalho brasileiro e impedir a apropriação por parte das empresas estrangeiras”, ponderou. O presidente da Fisenge, Carlos Roberto Bittencourt, iniciou seu discurso com uma homenagem póstuma ao engenheiro e membro da diretoria executiva do Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Senge-PR), Geraldo Rocha de Barros: “Nosso companheiro Geraldo faleceu há apenas dois dias e representou na entidade exemplo de combatividade e luta permanente pelos direitos dos trabalhadores.

Bittencourt também lembrou das lutas históricas do movimento de engenheiros do Brasil. “Desde os tempos da ditadura militar, o movimento de engenheiros luta pelo Salário Mínimo Profissional (SMP) e, hoje, convivemos com a ameaça de remetê-lo à negociação coletiva. Se essa proposta de substitutivo de projeto de lei for aprovada, certamente caminharemos para um crescente processo de desvalorização profissional”, observou. Além de elementos da história, em seu discurso, Bittencourt perpassou pelos temas do Congresso fazendo citações sobre cada um deles: Cidades Sustentáveis, Integração da América Latina e Energia, Recursos Minerais e Desenvolvimento. “Avançamos muito, mas ainda vemos de um lado, a barbárie e, por outro a luta por uma sociedade justa. Precisamos garantir a soberania do país e romper com o atual modelo de produção e consumo. E, nós podemos. Basta vontade política”, concluiu.

Olívio Dutra abre o 9º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros

Fonte: Fisenge – 08/09/2011

“Queremos uma sociedade radicalmente democrática”, disse o ex-ministro das Cidades, Olívio Dutra, durante a conferência magna de abertura do 9° Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge), nessa quarta-feira, dia 7, em Porto Velho, Rondônia. A partir do tema “A sociedade que queremos”, Olívio fez uma reconstrução histórica do país, desde a época da colonização pelos portugueses até os dias atuais. “Hoje, comemoramos a independência o Brasil, mas será que não trocamos a relação com Portugal por outras coroas?”, questionou.

Para Olívio, apenas o exercício da cidadania pode garantir uma sociedade verdadeiramente democrática. “As pessoas precisam se sentir sujeitos da história, e não objetos. Não podemos falar em sociedade sem assumir posição política, não necessariamente por meio de partidos. A razão da política tem que ser a dignidade humana”, afirmou. Aplaudido de pé por uma plateia de mais de 300 pessoas, Olívio concluiu: “A construção do bem comum só se dará pelo protagonismo popular em busca de uma sociedade verdadeiramente justa, solidária e fraterna”.

Enviado por: Luiza Nunes.

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